Roda de Conversa: Ditadura, Teatro e Vida

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Dramaturgo chileno realiza oficinas de teatro pela cidade de São Paulo

Oscar Castro vem ao Brasil a convite do Núcleo Teatral Filhos da Dita e traz na bagagem as experiência do teatro no Chile

Junho/2015

O Núcleo Teatral Filhos da Dita recebeu, nesta segunda-feira (22), o ator e dramaturgo chileno Oscar Castro. Neste semana, o escritor realiza uma série de atividades nas periferias paulistanas, entre elas, a “Oficina do Ator Latino”.

A primeira acontece na quinta-feira (25), às 18 horas, no Espaço Cultural CITA, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul. A segunda atividade acontece na oscar-castroterça-feira (30), às 15 horas, no Centro de Formação Cultural no bairro Cidade Tiradentes, na Zona Leste.

Todas as  atividades vão contribuir para o enriquecimento artístico do grupo e de outros coletivos. Elas serão gratuitas e abertas ao público.

Quem é Oscar Castro?

Oscar Castro (Santiago do Chile, 1947) é escritor, ator e diretor. Fundou, em 1968, o grupo de teatro Aleph, que foi um dos primeiros a experimentar a criação coletiva no Chile.

Junto de outros membros do grupo, Castro passou cerca de 10 anos no exílio em Paris (França) durante o regime militar chileno.

Participem!

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Ditadura, Teatro e Vida

Em junho, o Núcleo Teatral Filhos da Dita, do bairro Cidade Tiradentes, recebe o autor chileno Oscar Castro e realiza debate sobre a ditadura no Chile e no Brasil

Junho/2015

A resistência sempre foi a marca registrada da periferia, seja nos períodos de democracia ou ditadura. A arte, entrelaçando este movimento, faz parte do seu cotidiano, ajudando a ampliar a compreensão do mundo. Neste mês, o Núcleo Teatral Filhos da Dita, do bairro Cidade Tiradentes, Zona Leste de São Paulo (SP), recebe o dramaturgo chileno Oscar Castro para uma série de atividades.

modelo-3Castro é autor da peça “A Guerra”, que foi adaptada e é encenada pela companhia. Escrita em 1976 – quando o Chile vivia sob uma ditadura comandada por Augusto Pinochet e o Brasil era dirigido pelo militar Ernesto Geisel – a peça faz uma reflexão atual sobre violência, poder e alienação.

A adaptação brasileira deu ao grupo, que tem uma forte atuação na periferia paulista, a possibilidade de resgatar a história de resistência em Cidade Tiradentes. Em sua estadia no país, patrocinada pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria de Estado da Cultura, Castro participará de uma roda de conversa para discutir o papel da Arte e do teatro, no contexto da periferia, no dois países.

“Este texto o Núcleo interpreta no teatro e na rua. Pra gente esta temática é importante, pois fala da violência do cotidiano que a gente sofre enquanto jovem, enquanto periférico. Então precisamos refletir e discutir sobre isso. O Oscar vem para aprofundar esta discussão e é muito bom”, avalia Luara Sanches, integrante do grupo.

O debate, intitulado “Ditadura, Teatro e Vida”, acontece no sábado (27), às 19 horas, na sede da Kiwi Cia de Teatro, no centro da capital. Também participam da conversa, o ex-preso político, Alípio Freire, o diretor do grupo Teatro União e Olho Vivo (TUOV), César Vieira, o ex-presidente da Comissão Nacional da Verdade (CNV), Adriano Diogo, além de integrantes do Filhos da Dita, outros grupos artísticos e moradores do bairro e outras periferias.

Além do debate, o dramaturgo participa de algumas atividades de cunho técnico, que vão contribuir para o enriquecimento artístico do grupo e do bairro. As “Oficinas do ator latino” serão abertas ao público e realizadas na quinta-feira (25), às 18h no Espaço Cultural CITA, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul, e na terça-feira (30), às 15h, no Centro de Formação Cultural no bairro Cidade Tiradentes, na Zona Leste.modelo-5

A Guerra

A Guerra conta a história de três soldados que partem para a guerra e, no caminho, esquecem quem é o inimigo. A partir dessa constatação, aos poucos, o espetáculo apresenta cenas que revelam ao público o absurdo de guerras invisíveis vividas no cotidiano.

A chegada do dramaturgo, na segunda-feira (22), tem gerado grande ansiedade a todos os integrante do Filhos da Dita. Pela primeira vez, Oscar Castro poderá acompanhar e prestigiar a adaptaçao brasileira, encenadas pelos artistas Cláudio Pavão, Ellen Rio Branco, Guilherme Sousa, Luara Sanches, Rafael Pantoja e Thábata Leticia. A direção é de Paulo Carvalho e Marcelo Palmares atores do grupo Pombas Urbanas.

A sessão será aberta ao público e acontece na próxima terça-feira (23), na sede do grupo, no Centro Cultural Arte em Construção, em Cidade Tiradentes, às 20 horas.

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Na periferia de SP, grupo teatral recebe autor chileno e discute o papel da Arte na ditadura

Em junho, o Núcleo Teatral Filhos da Dita recebe o dramaturgo Oscar Castro para uma série de atividades nas periferias paulistanas

05/06/2105

Formado por atrizes e atores do bairro Cidade Tiradentes, na Zona Leste de São Paulo, o Núcleo Teatral Filhos da Dita recebe, com o patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura, no mês de  junho, o dramaturgo chileno Oscar Castro, para uma série de atividades culturais pelas periferias paulistanas. O objetivo do projeto é discutir o papel da Arte e do teatro nos períodos de ditadura no contexto do Chile e do Brasil.

Oscar é autor da peça “A Guerra“, escrita em 1976, que foi adaptada pela companhia e é encenada desde 2013. A adaptação faz uma reflexão atual sobre temas como violência, poder e alienação, entre outros pontos que compõem a guerra diária de cada ser humano.

A vinda do autor ao Brasil será extremamente importante, pois poderá contribuir para o enriquecimento artístico do grupo e do bairro. Sendo assim, em sua residência por aqui, Oscar acompanhará os ensaios do grupo e participará de oficinas e rodas de conversa. Todas as atividades serão gratuitas e não é necessário inscrição para participar.

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O pontapé inicial da visita do autor será com a apresentação da peça A Guerra, na terça-feira (23/06), às 20h no Centro Cultural Arte em Construção, em Cidade Tiradentes.

Uma roda de conversa “Ditadura, Teatro e Vida”, cujo intuito de promover um intercâmbio de experiências entre as realidades brasileira e chilena no contexto cultural e político também acontece, no sábado (27/06), às 19h no espaço sede da Kiwi Companhia de Teatro, localizado no bairro de Santa Cecília, Zona Oeste da capital paulistana. O bate-papo contará com a presença de moradores do bairro Cidade Tiradentes, que viveram no período da ditadura e foram caçados, presos e torturados; entre outras pessoas, como o deputado Adriano Diogo, que foi presidente da Comissão Nacional da Verdade (CNV).

A oficina “O Ator Latino” também faz parte da série de atividades entre o Filhos da Dita e o dramaturgo. Com foco no trabalho corporal e na direção cênica, Oscar Castro ministrará duas edições do workshop, ambos em espaços culturais localizados nos extremos da cidade. A primeira, na quinta-feira (25), às 18h no Espaço Cultural CITA, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul, e a segunda, na terça-feira (30), às 15h, no Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes, na Zona Leste .

CONFIRA A AGENDA

>>>A presentação A Guerra

Terça-feira (23/06), no Centro Cultural Arte em Construção, em Cidade Tiradentes. Horário: 20 horas.

>>>Oficina O Ator Latino

*Quinta-feira (25/06), no Espaço Cultural CITA, no bairro do Campo Limpo, Zona Sul. Horário: 18 horas.

>>>Roda de conversa “Ditadura, Teatro e Vida”

*Sábado (27/06), no espaço sede da Kiwi Companhia de Teatro, localizado no bairro de Santa Cecília, zona Oeste da capital paulista. Horário: 19 horas.

>>>Oficina O Ator Latino

*Terça-feira (30/06), Centro de Formação Cultural de Cidade Tiradentes, na Zona Leste. Horário: 15 horas

Não é necessário inscrição para participar das atividades.

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Queridos amigos(as) e parceiros(as)

Nós do Núcleo Teatral Filhos da Dita sofremos um assalto no dia 15 de Maio (Sexta Feira) às 11h30 em frente ao Centro Cultural Arte em Construção (Cidade Tiradentes). Estávamos saindo para realizar mais uma apresentação do espetáculo “A Guerra” na II Mostra de Teatro do Projeto Bazar, no Tatuapé.

Perdemos todo o cenário, figurino, adereços, porém o espetáculo não deixou de existir pois está dentro de nós! Dentro de cada artista, dentro de cada um dos grupos irmãos, dentro de todas e todos jovens que fazem parte da nossa história, portanto, estamos recomeçando! Agora, com mais vontade de fazer Teatro, de semear Arte pela comunidade.
Nossa arma é o Teatro!

E aqui estamos, à pedido de muita gente amada, deixando a lista do que utilizamos em nosso espetáculo “A Guerra”. Toda e qualquer contribuição será bem vinda!

SEGUE A LISTA:

– Maquiagens: Graxa da Catherine Hill (Preta e Branca), Tinta de Palhaço Marrom, Pan Cake (Amarelo e Vermelho), Lápis de olho preto, Pinceis e Esponjas…

– Figurinos e Acessórios: Sacos de Estopa, 20m de Tecido Fosco Verde Musgo, 10 m de malha preta grossa, 04 m de malha branca, 03 Camisas Laranja de Manga Comprida (P, M e GG), 01 Camisa Branca, 02 Fraques, 02 Cartolas, Peruca Loira, 01 Pano Voal Verde, 02 Paletós (M e GG), Gravatas (Azul, Bege e Vermelha), 03 Guarda Chuvas, 01 Camiseta de Jogador de Basquete, 01 Jaqueta Vermelha, 02 Bigodes, 03 Óculos escuro, Correntes, Anéis, 01 Relógio, 03 Bonés, 03 sainhas de tule branco…

– Instrumentos Musicais: 01 Alfaia, 01 Caixa de Guerra, 01 Agogô de Côco, 02 Agogôs de Ferro, 01 Trompete, 01 Cajón, 01 Queixada, 01 Escaleta, 01 Ocean, 01 Queixada, 01 Carrilhão, 01 Zabumba, 01 Triângulo, 01 Ganzá, 01 Trovão, 01 Cavaco, 03 Apito Mágico, Baquetas, Talabartes…

Nada precisa ser novo, há coisas que inclusive, quanto mais usadas, melhor (como o trompete)!

Quem quiser doar, deixe uma mensagem na nossa página ou liga, 94469 8367 (vivo) e combinamos melhor. Como muitas pessoas querem colaborar, então fizemos uma vaquinha online, pra quem tá afim de fazer uma doação mas não tem um instrumento ou adereço. Acesse: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/vamos-reeguer-o-espetaculo-a-guerra

Evoé!
Viva o Teatro, Viva a Arte, Viva a Vida!

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ESPETÁCULO CANCELADO!

Hoje seria um grande dia.
Nós do Núcleo Teatral Filhos da Dita iríamos participar de uma troca prática e apresentar o espetáculo “A Guerra” a convite do Projeto BaZar na Biblioteca Pública Cassiano Ricardo, mas por volta das 11h fomos assaltados, levaram o caminhão com todo cenário e figurino do espetáculo.
Estamos baqueados!
O espetáculo de hoje foi cancelado, mas a gente segue porque violência nenhuma pode nos impossibilitar de fazer aquilo que escolhemos para nossas vidas, FAZER TEATRO.
Por isso, hoje às 18h, queremos trocar com vocês sobre a violência, sobre o jovem, sobre o teatro e sobre a vida junto com o grupo BaZar.
Todos estão convidados!
E…
EVOÉ!
Viva o Teatro e Viva a Vida, sempre!

 

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A GUERRA NO TATUAPÉ

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